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julho 30, 2005
Post surrealista
Fazia Gala nela. Era o Salvador Daqui.
Posted by pTd at 01:33 PM | Comments (1)
julho 29, 2005
Lista de compras

(via Pandora's box)
Posted by pTd at 12:20 PM | Comments (2)
julho 28, 2005
Dedicado à Ana, meu amor
«Não são as montanhas por subir que te cansam; o que te cansa é a pedrinha que tens no sapato».
(Muhammad Ali com agradecimento especial à Teacher)
Posted by pTd at 08:19 PM | Comments (4)
Entreguem as chaves em Bruxelas
O desiludido mas realista texto de psicotico intitulado A grande hipoteca trouxe-me à memória a minha própria desiludida mas realista opinião sobre Portugal.
Sem prejuízo de voltar ao assunto, eis em traços gerais:
O país não é mais viável. Honrem-se oito séculos de História, com algumas décadas de poderosa glória, tendo a humildade de reconhecer que chegou o fim. Feche-se o país, embrulhe-se a bandeira, entregue-se o poder político a Bruxelas e o económico a Espanha (uma mera formalidade administrativa pois que é onde eles já estão, afinal).
Esta minha sugestão não deriva do estado "ruinoso" da economia portuguesa, bem longe disso! Entendo que um país não se faz para dar lucro, desprezando evidentemente os actuais discursos politicamente correctos sobre a inoperância governamental continuada sobre o défice e demais detalhes ínfimos da governação de um país. Nem para dar lucro, nem para mostrar contas a um amanuense qualquer -- sobretudo aos proto-amanuenses que, graças à Internet e aos blogues, desperdiçam milhões de bytes a exigir relatórios aos políticos a quem passaram anteriormente dois cheques em branco, um nas urnas, outro na declaração de impostos.
Também não tenho uma visão apocalíptica do mundo em geral e do país em particular, o que é estranho sendo eu leitor regular de Vasco Pulido Valente.
Não.
Seria mais por eles, os candidatos a amanuenses deste país, que o mandava fechar -- se me saísse tal poder no euromilhões dos céus. Por eles e pelas chusmas de inúteis que nos últimos 50 anos "dirigiram" o país, conduzindo-o até onde estamos hoje.
Por eles e por nós, sendo "nós" eu, por um lado, e você, leitor, pelo outro. Nós que podíamos ter uma oferta cultural, um salário, um preço da gasolina, cojones no governo, dirigentes que sabem o que dirigem e para onde, tudo isso em Espanha, paredes meias, ou noutros pontos da União.
Nós somos cidadãos europeus. Eu sou cidadão europeu. A minha cidade natal é Faro, a minha língua de berço o Português, a minha cultura a ocidental.
Num mundo em que a geografia conta cada vez menos, como barreira e como mola da economia, o modelo dos países ordenados pelas fronteiras está fora do prazo de validade. Um assunto a seguir noutra altura. Por agora, isto: o erro histórico de Portugal foi 1640. Deixem-se de merdas sentimentais que ninguém vos paga para isso; era muito melhor para todos nós sermos uma província espanhola. Éramos mais felizes. Alguem duvida?
Posted by pTd at 07:09 PM | Comments (13)
julho 25, 2005
Dos arrepios
«A tua sensibilidade é de tão largo espectro que se fosses antibiótico eras uma amoxicilina».
.o0(fiquei a pensar e ainda estou a pensar...)0o.
Posted by pTd at 07:27 PM
A prova
A prova de que a candidatura de Soares provocou um cataclismo de proporções difíceis de avaliar nas fileiras cavaquistas está nos blogues, nomeadamente no Abrupto: «Soares será o candidato da instabilidade e Cavaco da estabilidade.».
Quando o Velho e Grandioso (e Único) Guerreiro de Cavaco regressa ao terreiro com todas as suas armas a reluzir ao Sol, são precisas mais provas?
Posted by pTd at 01:43 PM | Comments (4)
Da cobardia Da prudência pequeno-burguesa
Contra Alegre, Cavaco avançaria seguro e formoso porque eram favas mais ou menos contadas.
Contra Soares, Cavaco avançará com os dentes cerrados, e isto se achar que já está suficientemente "comprometido com o país", o qual anda há um ano e meio a manobrar psicologicamente para a necessidade da sua pessoa. Caso contrário nem vai a jogo. O sorriso de Rebelo de Sousa diz tudo sobre a sua preparação para este cenário.
[ Nota: a emenda no título é uma indulgência amorosa ]
Posted by pTd at 01:37 PM
Nada é por acaso
O anúncio do avanço de Mário Soares não surpreendeu ninguém incluindo-se surpreendentemente nesse grupo Cavaco Silva. «Não foi por acaso» que Silva partiu para férias com um pré-anúncio da candidatura, escreve-se nos jornais. Eu por mim sorrio e leio as entrelinhas desse mortífero "não foi por acaso": ficou tudo à nora nas hostes cavaquistas que agora multiplicarão esforços no sentido de perceber um novo cenário nunca antes colocado, o cenário da derrota provável.
Posted by pTd at 01:31 PM
Até ao vómito final
- Como é que uma pessoa pode ser tão adepta de um provincianismo autoritário? - perguntou referindo-se às eleições. Ao que o outro pensou para com o seu fecho eclair: «que seca, as presidenciais, vou ter Cavaco ao jantar e ao almoço e à ceia - até ao vómito final».
Posted by pTd at 01:26 PM
julho 24, 2005
Assim, sem anestesia? (2)
Bem sei que o cargo não é executivo. Mas vai custar-me ver como mais alto representante do Estado o homem que, desde que temos Democracia, mais fez para termos o Estado que temos: Cavaco Silva.
Posted by pTd at 10:52 PM | Comments (4)
Assim, sem anestesia?
Mário Soares contra Cavaco Silva. Portugal está cada vez mais histérico. Pudera: agora já nem nos dão anestesia.
Posted by pTd at 10:43 PM
Mil e uma: leituras e encontro em Faro, terça-feira
O pretexto é a apresentação do Mil e uma pequenas histórias, livro saido de um blogue do Luís Ene e publicado pela leiturascom.net, desta vez em Faro -- onde o autor trabalha. As histórias, que são mesmo 1001 numa saga que durou quase três anos, são o mote do encontro, pois claro, e haverá leituras e interpretações por dois actores (para os diversos milhões de portugueses que ainda não deram por isso, Faro é a Capital da Cultura 2005. Juro).
Queremos que mais coisas aconteçam até porque lá estarei com mais alguns amigos. Convido todos os meus leitores. Terça-feira, 26 a partir das 21 horas n'Os Artistas (no centro de Faro, toda a gente lá saberá indicar onde fica, o espaço é óptimo, tem um excelente bar com esplanada interior).
Posted by pTd at 10:08 AM | Comments (1)
julho 22, 2005
Diálogo que faz todo o sentido mesmo que não vos pareça
- Então o Vasco Rato é candidato do PSD à câmara de Vila Franca de Xira?
- Olha, não sabia. É bem feito para ele.
- É bem feito para ele e para Vila Franca de Xira.
Posted by pTd at 11:55 PM | Comments (3)
Marques Mendes critica Jorge Sampaio
Hum? Quem? Ah, sim, a silly season...
Posted by pTd at 09:14 PM
Paes do Amaral na Prisa, finalmente
Há anos que se esperava por isto! Quem, sem cheta, levantou do nada O Independente e subiu, subiu até comandar a TVI, merecia a Prisa. Por ambas as razões ;)
Posted by pTd at 09:09 PM | Comments (3)
Galáxias e migalhas
O José Mário Silva tem um novo blogue, provavelmente há quem ainda não tenha reparado (calculo que haja gente mais distraída que eu). É um bonito projecto. Respigo de lá.
escadas rolantes
uma ilusão contemporânea: a de que se pode subir sem esforço.
E o meu favorito, até agora:
dicionário alternativo
galáxias - migalhas da primeiríssima luz.
Posted by pTd at 06:27 PM | Comments (1)
Arrematado
Mário Soares candidata-se, resolve o problema dos comentadores de política, ganha a Cavaco Silva nas calmas e cumpre pelo menos mais quatro anos de castigo.
Posted by pTd at 07:22 AM
Noites de lua cheia (ii)

Posted by pTd at 01:00 AM
Noites de lua cheia (i)

Posted by pTd at 12:58 AM
Tinha o tamanho da praia
Tinha o tamanho da praia
o corpo era de areia.
E ele próprio era o início
do mar que o continuava.
Destino de água salgada
principiado na veia.
E quando as mãos se estenderam
a todo o seu comprimento
e quando os olhos desceram
a toda a sua fundura
teve o sinal que anuncia
o sonho da criatura.
Largou o sonho nos barcos
que dos seus dedos partiam
que dos seus dedos paisagens
países antecediam.
E quando o seu corpo se ergueu
Voltado para o desengano
só ficou tranquilidade
na linha daquele além.
Guardada na claridade
do olhar.
Retrato Talvez Saudoso da Menina Insular, Natália Correia
Posted by pTd at 12:35 AM
julho 21, 2005
O bácoro
Alta Autoridade dá luz verde à compra do bácoro, perdão, da Lusomundo. Quim, já podes ir guardar os porcos.
Posted by pTd at 11:55 PM
Elefantíase
Partilho da preocupação do Carvalho Fernandes: se é exonerado o membro do governo que levantava, mesmo que timidamente, a voz contra o que são manifestamente as insistências sem sentido de José Sócrates... É caso para ficarmos preocupados.
E estou preocupado por ver ganharem peso e consistência declarações de intenção que julguei inicialmente serem meros testes políticos. O aeroporto da OTA é um claro equívoco (mesmo um segundo aeroporto merece discussão e a existir não seria ali). O TGV só a muito custo se pode aceitar: é preciso muita sorte a vários níveis para que ele traga benefícios para a economia além da movimentação de capitais e recursos humanos que a sua construção trará.
A camada de decisores das Grandes Opções do País terá sido atacada pela Wuchereria bancrofti...
Posted by pTd at 01:37 AM | Comments (5)
julho 19, 2005
Bill Gates "compra" Durão a preço de saldo
«Portugal acolheu com grande satisfação a escolha de Lisboa, que disputava com Viena a organização deste grande evento». Isto disse à agência noticiosa governamental (só podia) um ex-jornalista, agora porta-voz (só podia) do MNE.
Referia-se à atribuição de um grande evento de repercussão internacional, capaz de cobrir de glória o país?
Não. Referia-se a uma conferência regional (europeia, pois claro) de uma multinacional de origem americana. Um fórum que o homem mais rico do mundo "organiza" para promover directamente as suas políticas junto de chefes de estado sem políticas e outros governantes fracos de espírito. Nele o staff de relações públicas da empresa, comandado pelo vice-presidente para o marketing e devidamente "escoltado", tenta:
a) assegurar que diversos estados continuem a alugar as leoninas licenças de utilização de programas valiosíssimos e quase impossíveis de obter, como um processador de texto e uma folha de cálculo, de forma a garantir que Gates continua no topo da lista da Forbes;
b) assegurar que os convidados tenham os pratos e copos e olhos cheios durante todo o tempo de duração do evento;
c) assegurar que escutam eficazmente a "visão" para o "futuro" da empresa que esta, num gesto sem dúvida magnânimo, se digna "partilhar" com eles.
Como tentam eles tais desideratos, nem quero imaginar. Contam em princípio com a presença de Gates (ou, quiçá, de Steve Ballmer) na sessão final, para poderem bater palmas até que as mãos lhes doam e pedir autógrafos para os filhos estudantes do secundário (e de algumas universidades onde o uso da Microsoft é, também ele, obrigatório e exclusivo).
Um ministro (Freitas do Amaral) foi recebido por um "vice-presidente" daquela empresa, para, leio estarrecidamente, choramingar "argumentos" a favor de Lisboa. Ao que parece, o principal desses argumentos foi que o MNE terá garantido que o actual presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, "aceitaria" ser "orador convidado" do pretenso "forum".
Que membros do governo do "meu" "país" publicitem que participam oficialmente num encontro regional de uma multinacional (de má fama, no caso, mas mesmo que fosse de boa fama) já é mau. Que admitam que venderam um telefonema-cunha ao presidente da CE a troco de a sediar, é lastimável. Que haja jornalistas e directores de jornais que engulam sem sais o press-release oficioso e transmutem todo este triste episódio em encomiosa notícia de jornal, transcende-me. Que Durão Barroso se "venda" a Gates a troco de uma caneta com o logotipo da empresa, eis algo que está de acordo com a imagem que dele tenho, pelo que me resta o consolo de ao menos alguem se ter portado à altura nesta história.
Ninguém, no seu perfeito juízo ou não, acredita que o "evento" trará a Lisboa ou a Portugal (caramba!, a coisa foi tratada a nível de ministro!) o que quer que seja. Divisas? Promoção do país nos noticiários da CNN? Ao menos, descontos na compra das referidas licenças anuais de aluguer de software que por acaso se podia ter sem encargos?
Tanta sabugice e subserviência é um mistério. Que não espero ver publicamente esclarecido.
Posted by pTd at 07:28 AM | Comments (10)
julho 18, 2005
Em pousio
Às vezes é preciso descansar um bocado. Este blogue está em pousio. Até mais ver.
Posted by pTd at 12:41 AM | Comments (2)
julho 14, 2005
Ainda aí estão?!?
É já daqui a bocado, às 19:00, que o José Mário Silva e o Luís Raínha lançam apresentam

no Bar do Teatro A Barraca, ali a Santos (Lisboa, bem entendido). Eu andarei por lá a fiscalizar as vendas às centenas, de forma a não deixar esgotar o stock. Isto enquanto vejo o João Pedro da Costa a ficar um bocado enfiado com o assédio da (parte feminina da) plateia, embora finja que é por estar a ouvir o Zé Mário.
Que fazem aí especados? Toca já a andar para o bar do Xanguito! Podem nem rir nem gozar nem conviver durante uma horinha e meia com a nata da blogosfera, mas ao menos compram o livro. Ops, esta frase não seria ao contrário?!
Posted by pTd at 04:02 PM | Comments (1)
julho 13, 2005
You're my favorite
In my time I've told a lie or two,
I've been a deceiver, but believe me
what I now say is true.
There's no other way
I can express what I'm thinking of:
You're my favourite, you're the one that I love.
It's a one-horse race,
still I'm ready to place my bet.
I'm a pretty slow starter,
and I haven't quite caught up with it yet.
It seems so extraordinary
that you should care for me.
You're my favourite - how lucky can any man be?
You're my favourite -
will you stay the course with me?
You're my favourite of all time.
You're my favourite, can't you see?
You're my favourite of all time.
Say you'll stay the course with me.
Peter Hammill, Ph7
Posted by pTd at 05:36 PM
julho 12, 2005
Ainda se servisse para alguma coisa
Na sequência dos medonhos atentados de Londres, lá veio a inevitável chusma de políticos sem cérebro pedir maior controlo sobre as actividades dos cidadãos. No caso que melhor conheço, o das mensagens de correio electrónico, a esmagadora maioria das medidas exigidas não serve para rigorosamente nada excepto celebrizar os seus proponentes junto da respectiva classe e entre o eleitorado rasca e ridicularizá-los junto das elites informadas da população.
A única coisa que eventualmente pode ser útil a uma investigação, e mesmo assim as hipóteses são ínfimas, é saber quem enviou determinada mensagem a quem e a que horas. Admito que se estenda por três anos o prazo de manutenção deste tipo de registos. Ao contrário do que os ISP afirmam, não é assim tão pesado nemcaro matê-los -- e bem sei o quanto as polícias os agradecem.
Agradecem em casos de lana caprina, como o blogger que disse mal do polícia da aldeia. É altamente improvável que sirvam alguma vez para chegar a um terrorista... O investimento em tempo e dinheiro seria mais facilmente rentabilizado na contratação de agentes e respectiva formação e infiltração nas células da Al Qaeda, para citar apenas um exemplo (apesar de tudo menos) extremo.
É por demais evidente que as escutas do e-mail só servirão para entupir e ocupar uma séria de burocratas sentados frente a um monitor. Vão descascar centenas de adultérios, chafurdar em milhares de conversas da treta - mas baterão repetidamente com o nariz na porta das comunicações cifradas. Ou alguem no seu perfeito juízo admite que terroristas do calibre dos que hoje mantém rendidas as sociedades ricas comuniquem despreocupadamente uns com os outros sem usar os mais sofisticados algoritmos de encriptação de dados digitais, disponíveis de borla em todo o lado e à prova de qualquer tentativa de violação, mesmo com os mais potentes computadores do mundo ligados entre si durante anos?
São medidas desesperadas e inúteis. Dão-nos um retrato demasiado fiel da medida do desespero e da inutilidade dos actuais governantes, quando é necessário enfrentar com eficácia e firmeza os infra-humanos que nos andam a bombear. Estamos mal entregues -- e não vejo melhoras em lado nenhum.
Posted by pTd at 12:58 PM
Mais uns mentirosos
Há crentes para tudo. Eu sei. Até para acreditarem no que estes excelsos cavalheiros dizem: «CANALMAIL é a empresa de referência e líder indiscutível em Portugal do sector de Direct Email Marketing com prévia autorização do receptor.».
Como nunca na vida autorizei a introdução de nenhum dos meus emails na base de dados destes senhores, só posso concluir que são mais um elo na escória das empresas que lentamente têm vindo a aniquilar o correio electrónico.
Como estou a matar o endereço que aqueles cavalheiros afirmam eu ter "autorizado previamente", o que é mentira, decidi solicitar o cancelamento do serviço. Pedido que, segundo o mail que recebi de volta (e tanto me faz que confirme o meu endereço, que vai ser morto de qualquer forma), «foi imediatamente atendido, sendo técnicamente executado no máximo de 72 horas.». Lentos, os serviços deles ;)
Agora é esperar mais umas dezenas de spams diários enviados pelos "associados" do Canalmail. Tudo direitinho para o lixo, claro está. E há empresas que pagam por um serviço daqueles - que é o que mais me espanta, confesso.
Posted by pTd at 02:02 AM | Comments (2)
julho 11, 2005
Já falta pouco, uff
Já falta pouco para deixar pelo caminho mais uma porcaria de serviço. Refiro-me ao Sapo ADSL. Já tenho os documentos para aderir ao Clix. Hoje, então, isto dá-me particular gozo.
O João passou o fim de semana sem net. O modem registou-se hoje a meio da tarde da mesma forma que tinha perdido o registo antes: sem se perceber porquê nem como. A migração forçada e obrigatória de "512 kbps" para "2 Mbits" (notar aspas) veio algures por estes dias, sem espécie alguma de aviso. Os "512" eram relativamente estáveis, desde há semana e meia deixaram de o ser e desde que passaram compulsivamente a ligação para "2 Mbits" (realço a aspas) a estabilidade passou a ser regra de oiro: estabilizou na merda.
Depois da TMN e da rede fixa PT, falta agora o Sapo. Ficarei apenas com uma ligação do único serviço do grupo que funciona, apesar de tudo, que é a Netcabo - e mesmo esse apenas enquanto não tenho em casa o Clix a 8 Mbits (notar a ausência de aspas).
O desabafo não invalida uma queixa formal à PT (bem sei o destino dela, mas não será tal conhecimento a evitar a queixa) e às entidades competentes na matéria. Meus senhores, estou farto de vocês, prestam um serviço mau demais mesmo para o mercado português. Fiquem bem.
Posted by pTd at 09:28 PM | Comments (11)
Apresentação em Lisboa d'As Ruínas Circulares
Caros leitores, é com o maior prazer que informo, aqui no meu cantinho, que está agendada para a próxima quinta-feira, a partir das 19:00, no Bar do Teatro A Barraca, ali à beira de Santos, no coração de Lisboa (pá, a 24 de Julho, topas? é memo aí, fica a 70 metros da Kapital...) uma sessão de apresentação do tomo As Ruínas Circulares.

Como bem indica o Xanguito, além de José Mário Silva, Paulo Querido, Luís Ene, e Daniel Jonas, é de esperar a presença de várias senhoras moldavas e canadianas a quem João prometeu carinho e atenção.
O blogue do autor, João Pedro da Costa, está em http://asruinascirculares.weblog.com.pt/
O blogue dos apresentadores, José Mário Silva e Luís Rainha, é o BdE.
O blogue do bar está em http://bar-a-barraca.blogspot.com
O website da editora vai mudar de aspecto em breve e está em http://leiturascom.net.
Falta alguma coisa? Ana? João? Luís? Ah, já sei: até sexta-feira podem comprar o livro online com desconto de lançamento, na loja do leiturascom.net. Mesmo que você seja um blogger ressabiado por "todos" publicarem os seus blogues em livro menos você, apareça lá. Quem sabe, consegue convencer-nos, a mim e ao Luís, a publicá-lo também!
Posted by pTd at 06:31 PM | Comments (1)
Dos autóctones
Li agora num email que "há uma forte corrente contra os livros saídos de blogues". Não tinha ainda dado por isso (a corrente) mas eis algo que não me surpreende de todo. Afinal this is Portugal, a inveja é um dos principais atributos da população autóctone.
Posted by pTd at 12:45 AM | Comments (2)
julho 08, 2005
Directamente do baú
Ele há coisas que nos trazem uma lagrimita ao canto do olho... Como (ainda!) desenterrar o baú do web.archive.org uma prosa que marcava a diferença em 1996, ainda não havia blogues mas já discutíamos um bocado em páginas pessoais, onde fazíamos aquilo que hoje se chama "opinião". Saudosistas, ler a continuação.
O meu encontro com Nicholas Negroponte
Cena 1. São 13:15. O homem senta-se.
Petisca um pãozinho. Espera que o buffet se esvazie. 13:20. Levanta-se.
O prato fica quase deserto. Petisca raros átomos. Mas a mente vagueia
no digital. 13:35. Levanta-se de novo, acena ao chefe dos organizadores
e diz: «às 14:30 na sala». O outro confirma com um aceno. Nicholas Negroponte
vai até ao seu quarto. Provavelmente checar a mail-box. 14:30.
Profissionalismo à prova de sono. O homem reenceta o discurso. O tal
discurso que já chateia uns, mas que outros pagam centena e meia para
ouvir. 15:30. O chefe dos organizadores avisa: «esta é a última pergunta, os átomos de Nicholas Negroponte vão ter de se ausentar». Pergunta da audiência. Resposta do guru. «Peço desculpa, mas os meus átomos têm de estar num aeroporto daqui a uma hora. Adeus».
Cena 2.
São 15:35 e estamos na rua. Abre-se a porta do BMW. Não sinto coisa
alguma, apesar de estar a apertar a mão ao homem mais famoso do
planeta, logo a seguir ao Deus Bill (cuja mão também já apertei, o que
faz de mim um português raro). Deuses, deuses. Estamos prestes a
iniciar a mais famosa e polémica entrevista dos últimos meses:
represento o único media autorizado a abeirar-se de Nicholas Negroponte.
Para trás ficaram vários colegas e amigos, barrados pelos porteiros do
Instituto Superior de Transportes. Toni, Sarah, Gonçalo, não vos
deixarei ficar mal!
Cena 3.
O Jorge Nascimento Rodrigues aperta-lhe a mão e lembra uma entrevista
que lhe fez. Por mail, claro. Tenta uma nesga de calor humano. Népia. O
Ser Digital só se atinge no éter. Volta à carga lembrando-lhe que
também assina a coluna no Expresso, repetida com mês e meio de atraso
face à Wired, compromissos contratuais. O homem lembra-se lá. Isso é
com o sindicato. Ele só fala e escreve. A metro. E recebe. Ao quilo.
Dígitos numa conta bancária digital.
Cena 4.
Eu aperto por minha vez a mão do homem. Anuncio-me. Digo-lhe: li
praticamente todas as suas prosas na Wired. Li o Being Digital,
primeira edição no original Inglês americano. Estive em Boston, sede do
Media Lab. O homem abre a boca e articula pela primeira vez uma frase
não-monossilábica: «Então porque estamos aqui?». é a assumpção pelo visado de uma verdade há muito insuspeita na comunidade: Nicholas Negroponte
já deu o seu contributo para a Revolução Digital. Está tudo escrito.
Agora, como confirmará ao longo da entrevista (que pode ler aqui
em versão integral, se não leu o caderno XXI do Expresso de 23 de
Novembro, pág 8 e 9), é um homem de negócios e um respondedor
automático de e-mail. Além de editor de si próprio (50 mil dólares por
conferência, preço de tabela, eventuais interessados contactem Nicholas Negroponte). Para quê dar uma entrevista, se eu sei tudo sobre ele? Merda.
Cena 5.
Ataco-o dizendo que a ciber-rapaziada está careca dele, quem o ouve são
os novatos e os info-pobres. Porque ele é um bom simplificador, traduz
bits e packets em linguagem de gente pobre. Eu trabalho para um meio
dirigido sobretudo a novatos e info-pobres, a ciber-rapaziada pouco me
lê (e goza a simplicidade do que lê, como é natural). Tenho de lhes
indicar caminhos. Locais. Gente. Ele. Justificada a entrevista, ele
responde. «Os hackers - suponho que trata neste mesmo saco todos nós, reais hackers e vulgar ciber-rapaziada-estabelecida - deviam ouvir mais as questões das pessoas recém-chegadas à Net».
Touché. Mesmo a dormir, touché. (O homem esteve no dia anterior a dar
na cabeça da malta da Wired, onde - confirmou-me off record - é
accionista de peso. Eu julgava que ele só tinha meia dúzia de acções,
tipo Miguel Esteves Cardoso no Independente.) De San Francisco a Lisboa
com escala em Londres são muitas horas de avião. Horários. Sono.
Desculpa-se três vezes durante a entrevista. A tal famosa e polémica
entrevista que eu tive a honra duvidosa de ser o único a fazer.
Cena 6.
A tal famosa e polémica entrevista que eu tive a honra duvidosa de ser
o único a fazer dura o tempo da viagem de BMW (sem escolta) entre o
Marquês de Pombal e o aeroporto, numa pequenina balda aos compromissos
contratuais pois afinal estamos em Portugal. Nos compromissos não havia
entrevista alguma. São vinte minutos mal medidos. Nicholas Negroponte
não olha uma única vez pela janela, como seria de esperar. é como se a
paisagem atómica enfadasse O Ser Digital. (Será que me vai acontecer o
mesmo, à medida que me torno um Ser Digital? Ufa, espero bem que não).
Os travões não chiam mas param o carrito à porta das Partidas da
Portela. Desligo o gravador com um caloroso e vagamente insultuoso «Well, our time is over». O homem nada diz. Mãos apertam-se. Prefiro atribuir ao sono o total desinteresse das coisas terrenas evidenciado por Nicholas Negroponte
durante as horas (poucas) que o tive debaixo de olho. Pensar noutros
motivos é doloroso. Enquanto a mala do carrito se abre para tirar o
saco das camisas, onde repousa o seu Mac e as famosas baterias
suplementares, pergunto-lhe: «foi a sua primeira vez em Portugal?» «Não». Fico na mesma. O avião vai partir com os átomos de Nicholas Negroponte. Ficamos com a sua (omni)presença digital, a vermelho nestas páginas nos «browsers» competentes.
Cena 7.
Há uma palavra única para englobar a amálgama de sentimentos que acolhi
com dificuldade nesta quarta feira famosa e polémica. O meu encontro
com Nicholas Negroponte foi pungente.
Lisboa, na quinta feira a seguir.
Paulo Querido
Posted by pTd at 01:34 AM | Comments (3)
julho 07, 2005
Em Inglês, três décadas (e experiências) de vida amorosa cabem em nove palavras
We should fit, we didn't fit, we just fit.
Posted by pTd at 10:35 AM | Comments (1)
julho 04, 2005
Anatomia de um crime de difamação
Ao longo das duas últimas semanas estive envolvido numa nada dignificante troca de insultos com um ex-sócio. Sendo este blogue o meu arquivo público, aqui fica devidamente arquivado e comentado o caso. Transcritos os textos por ordem cronológica descendente e com comentários a propósito, por mim escritos hoje. Uma vez que uma das partes fugiu sempre aos esclarecimentos, penso que a leitura sequencial é a única ferramenta de análise de um exemplar crime de difamação (textos em itálico, comentários actuais a negrito).
Ainda antes de lá irmos, uma breve nota. A empresa que lancei com o autor das difamações tinha oito sócios, foi constituída por volta da Primavera de 2004. A meio do Verão coloquei a minha quota à disposição dos outros sócios. Meses depois fui notificado de que tinham decido fechar a empresa, decisão para a qual não fui consultado nem tinha de ser (eu era sócio minoritário, não-gerente, e há semanas sem contacto com a actividade da empresa). Isto para explicar que nada tive a ver com o encerramento dessa empresa. Mais: esse encerramento provocou um realinhamento não pensado antes. Devido a compromissos, acabei por ter de envolver a pauloquerido.com num ramo de actividade combinado entre eu e um amigo desde 2003, mas que entretanto fora decidido colocar num projecto autónomo embora sinergético (essa mesma empresa, constituída mais de um ano depois da data prevista, com sócios como este difamador e que acabou por não sobreviver, infelizmente).
Vamos então à anatomia de um crime de difamação.
13 Junho 2005
Ouçam este homem
Sim, porque quando se fala em enganar os outros, ele sabe bem do que fala.
Jorge, 9:11 PM
[ele com um link para http://pauloquerido.net/2005/06/commercial_proposal_to_jay_abraham; o autor, Jorge Candeias, dispara um primeiro ataque com uma difamação velada: eu engano os outros]
Felga-se, ganda boca!! 8-o
Toxa Lhissabônets | Homepage | 06.17.05 - 10:14 am | #
Podias ser mais explicito, Jorge? Ou devo abrir o arquivo da Qde9 ao público?
Paulo | Homepage | 06.29.05 - 1:29 pm | #
[em linguagem calma, peço ao proto-difamador que seja mais explícito, recordando-lhe que a documentação sobre o único assunto que tive em comum com ele - e a que ele alude - foi gravada e está disponível para ser tornada pública, caso seja necessário.]
Realmente, aí está uma coisa que iria jogar bem com o resto da falta de escrúpulos. Especialmente tendo em conta que no arquivo da Qde9 há quem minta com quantos dentes tem na boca acerca de coisas ditas em reuniões que não iriam ser abertas ao público.
Perfeito, sim senhor.
Jorge | Homepage | 06.29.05 - 3:13 pm | #
[Note-se a ausência de resposta e o aproveitamento para nova difamação; além de afirmar, sem prova alguma que eu sou de "enganar os outros", não só recusa a exibição da prova como aproveita para, sempre veladamente, me acusar de falta de escrúpulos; avisa logo, não vá o diabo tecê-las, que o arquivo está infestado de mentirosos, e ele obviamente não faz parte deles.]
Tás mesmo a pedi-las, efectivamente. Assim os teus leitores poderiam saber realmente a espécie de pessoa que tu és.
Paulo | Homepage | 06.30.05 - 11:13 am | #
[Reajo com tristeza, mas ao mesmo tempo informando, em benefício de inventário, que não tenho apreço pela pessoa em causa. Minutos depois decido levar o assunto para o meu blogue, ler abaixo]
30 de junho de 2005
Da arruaça
Há pessoas que não enganam. Presumo que os conhecem: são os natural-born troca-tintas. Gente capaz de intoxicar uma reunião, um grupo de gente, um amigo, 80 leitores. Indivíduos incapazes de se enxergarem. Com um ego maior que eles próprios, cegos às evidências, cegos aos laços e compromissos (embora colem ao peito a etiqueta de esquerdistas).
Eu conheci algumas pessoas assim, infelizmente. Mas como um azar nunca vem só, um dia até fui sócio de uma. A empresa era engraçada, as pessoas que a compunham estimulantes. Até ele, na verdade, era promissor, um jovem escritor com algum talento, duas ou três ideias boas e aparente vontade. Claro, nunca eu o tinha visto em acção. Depois vi-o em acção. A empresa fechou, com dois sócios a fugirem dela, indignados. A empresa não chegou sequer a iniciar actividade. Mal se organizou a estrutura este nosso "amigo", que no momento das escolhas fugira de um cargo de responsabilidade, passou a disparar contra os responsáveis com uma caçadeira de chumbo tão grosso que salpicou até quem, como eu, tinha um lugar marginal na estrutura e não estava entre ele e os seus alvos.
Empresa desfeita, bico calado, que isto uma pessoa gosta de ser discreta face aos seus falhanços. Ah, mas não o Jorge Candeias.
Não, o Jorge Candeias não. Ele é mais do género de não conseguir ficar calado. Não aguenta. Não se aguentou. Ao fim de uns mesitos a esforçar-se por ser pessoa, acabou inevitavelmente por se chibar.
Como o Jorge Candeias é uma pessoa de fortes rancores, quando abriu a cloaca despejou-a sobre mim. Ainda bem: agora como noutra
altura, sirvo eu de amortecedor. É um papel que cumpro com agrado.
Como o Jorge Candeias é um indivíduo sem carácter, explica à saciedade que há "coisas ditas em reuniões que não iriam ser abertas ao público". Nessa explicação, Jorge Candeias abre todo o seu jogo. Bem ao jeito dos cobardes que gritam "agarrem-me senão dou cabo dele" enquanto se refugiam nos braços dos amigos, o Jorge Candeias grita "cuidado" comigo que vou fazer aquilo que ele próprio começou por fazer. Ateia o fogo e depois acusa os bombeiros de usarem gasolina em vez de água.
Além de cobarde é irresponsável. Injuriou-me, eu estou aqui a injuriá-lo e por aqui me ficarei; uma vez basta. É fatal como o destino o Jorge Candeias redarguir no seu estilo de candidato a arruaceiro. Eu farei por me conter. Como diz um ex-amigo comum, ele é mais violento do que eu, mas eu sou mais inteligente do que ele. Ao que retorqui com veemência: olha que eu consigo ser mais violento do que ele, mas ele não é capaz de ser mais inteligente do que eu! E desligámos.
Por pTd às 11:15. 453 palavras para a secção compre um cérebro!
[assim abrindo o meu livro de contra-difamações, a saber: troca-tintas, intoxicante, cobarde (várias vezes e em várias situações, diria que se trata de uma cobardia genética) e mal intencionado. Tenho dúvidas que rancoroso seja difamatório, mas que fique em acta. Idem para falta de carácter. Aspas para irresponsável. Arruaceiro, pois sim, é difamação ou elogio, cada um tomará como quiser]
Os meus leitores sabem perfeitamente a espécie de pessoa que eu sou, obrigado. E só espero que os teus leitores nunca tenham ideias que te apeteça roubar, para não ficaram a saber da pior forma a espécie de pessoa que tu és.
Jorge | Homepage | 06.30.05 - 1:14 pm | #
[Novidade a adicionar às anteriores: eu sou ladrão de ideias. Provas, ou simples argumentos, que cimentem o que disse anteriormente, disso é que não temos ainda. Nisso somos diferentes: eu explico onde e como ele é o que eu afirmo que ele é, ele não se dá ao trabalho; é um mero difamador, por princípio. O problema é que assim ninguém poderá saber se ele tem ou não razão no que afirma]
Escreveu Jorge em 30-06-2005 às 13:18:
Claro, claro. É a arruaça, claro.
E por isso é que dos oito sócios da coisa, ficaram dois do teu lado, contando contigo.
Quanto à "arruaça", o que eu escrevi foi, textualmente, o seguinte:
"Ouçam este homem. Sim, porque quando se fala em enganar os outros, ele sabe bem do que fala."
Com tanta interpretação possível para esta simples frase, é eloquente quanto baste que tenha dado origem a este arrazoado que está aqui por cima.
Amigos do Paulo Querido, o gajo é porreiro enquanto não tiverem ideias que lhe apeteça roubar. Se quiserem disfrutar do disfarce de homem do Paulo Querido, guardem os vossos projectos bem guardados para vós mesmos. Se não o fizerem, é natural que fiquem a conhecer o rato.
E fim. Podes-me difamar à vontade. Só me atinge quem tem nível para isso.
(agora vamos lá a ver quanto tempo este comentário aqui fica. Essa é outra que me abre a curiosidade)
Escreveu Jorge em 30-06-2005 às 13:51:
Só uma coisinha mais. Visto que a frase "coisas ditas em reuniões que não iriam ser abertas ao público" está removida do seu contexto (o que também tem uma eloquência que cega, diga-se de passagem), e visto que o contexto está facilmente acessível, aproveito para vos direccionar para ele. Está aqui. Ou, caso este sistema tenha o HTML desabilitado, em http://www.haloscan.com/comments/lampadamagica/111869708593941240/
Tirem as vossas próprias conclusões.
[a intoxicação está-lhe no sangue: no post está linkado o texto dele no qual surge o contexto e também os comentários. O que faço notar de seguida, ao mesmo tempo que o desafio a dizer que ideias lhe roubei. O que nunca fará ao longo deste tempo. Pela razão simples de nunca ter tido uma ideia que eu lhe roubasse. Mais acusações entretanto, nunca provadas ou sequer defendidas: que eu censuro os comentários no meu blogue.]
Escreveu pTd em 30-06-2005 às 19:26:
Continuas o mesmo mixordeiro intoxicativo. Se fosses capaz de dizer que ideia tiveste que eu te roubei -- bem, ficávamos pelo menos a saber que ideias tinhas.
Escreveu pTd em 30-06-2005 às 19:27:
correcção óbvia da gralha acima: "...a saber que ideia tiveste".
Escreveu pTd em 30-06-2005 às 19:33:
Ops, com a pressa de ir lavar as mãos já me esquecia: posso difamar-te da mesma forma que tu a mim. O que nos distingue aqui-agora é fácil, facílimo perceber. É ver quem difamou primeiro. Se tu podes, caro Jorge, porque caralhos não poderia eu, de facto?!
[Começo a perder a paciência, nota-se nos palavrões]
Jorge: que ideia te roubei? Sê franco e honesto pelo menos uma vez na vida.
Paulo | Homepage | 07.02.05 - 8:04 pm | #
[peço-lhe, voltando ao tom cordato, que indique a natureza do roubo de que me acusa. Com franqueza e honestidade]
É preciso ter lata, realmente! Que sabes tu de ser-se franco e honesto, Paulo Duas Caras?
Não, não vou entrar no teu joguinho manipulatório. A mim já não me enganas tu. E eu escrevi "e fim". Alguém que é franco e honesto quer com isso dizer "e fim". Por isso, faz favor de desamparar a loja. Xô.
Jorge | Homepage | 07.02.05 - 8:51 pm | #
[a resposta é típica: em vez de responder, dando corpo às acusações anteriores, parte para novas baseado nas minhas supostas provocações. E uma nova: eu faço joguinhos manipulatórios. Começa também a dar sinais de a conversa lhe desagradar]
Jorge: antes de te mandar para a real puta que te pariu, coisa que não tive oportunidade de fazer ao vivo, vou pela última vez chamar-te cobarde. Atiras atoardas para o ar e depois falas em joguinhos manipulatórios. Fica provado à saciedade que não tens coluna vertebral, capacidade de diálogo. Fica provado que não és capaz de manter as tuas acusações. És um mentiroso e um cobarde.
Vai para a real puta que te pariu.
Paulo | Homepage | 07.03.05 - 3:16 pm | #
[A mim, salta-me a tampa da paciência. Recorro ao insulto baixo. Já não estou para o aturar. Ele nunca será capaz de sustentar acusações, que assim se tornam meras difamações]
Podes difamar-me à vontade, como disse e repito: só me atinge quem tem qualidade para isso. Não é o teu caso, como te encarregas sozinho de demonstrar.
E se pensas que vou descer ao teu nível, tira os cavalinhos da chuva. O que tu és está à vista: não preciso de chamar-te nada. Nem de mandar-te para onde quer que seja: tu chegas lá bem sozinho.
Jorge | Homepage | 07.03.05 - 4:29 pm | #
[fecha a conversa. Por mim, tudo bem (ver abaixo). Como ele nunca sustentou com factos, provas ou argumentação as acusações que me fez, fica provado que não passaram de atoardas. Difamações reles. Vamos encerrar o caso, pois é evidente que dali nunca virá a verdade ao de cima]
Seria demasiada ousadia tua mandares-me fazer o que quer que fosse. Não és efectivamente do meu nível -- isso é uma VERDADE.
Quanto ao resto, as nossas palavras dizem tudo: quem começou o quê e quem se acobardou e quando.
Adeus, Jorge.
Paulo | Homepage | 07.04.05 - 12:41 pm | #
Safa, que o raio do bicho é sarna! Será desta que desinfecta?
Jorge | Homepage | 07.04.05 - 12:59 pm | #
[Desinfecto, Jorge. Com mercúrio-cromo]
Posted by pTd at 07:14 PM | Comments (3)
julho 02, 2005
Sem hora marcada
- Agora precisamos de ter um tempo sem hora marcada - disse um. Ao que o outro concordantemente aderiu de imediato.
Posted by pTd at 07:55 PM