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Sobre diferentes casos de má fé

Só por má fé se explicam certar coisas. Como a de se propalar a ideia de que o weblog.com.pt começou por ser gratuito para agora "obrigar" ao pagamento do serviço. É preciso ser ou muito estúpido ou ter muita má vontade contra o projecto e os seus promotores. Ou ambos.

O weblog.com.pt nunca obrigou ao pagamento de blogues. O weblog.com.pt nunca disse que os blogues seriam obrigatoriamente pagos. Pelo contrário, sempre garantiu que sempre haveria blogues gratuitos. Até hoje cumpri a promessa de há dois anos e meio e vou continuar a cumpri-la.

O que muda, muda para a frente e nunca com efeitos retroactivos. Mudará alguma coisa no relançamento da plataforma e na abordagem aos blogues gratuitos, mas estes continuarão. E a abordagem não terá efeitos rectroactivos (nunca teve e nunca terá enquanto eu estiver ligado às decisões do projecto).

Mais tarde ou mais cedo, as razões da má fé vêm ao de cima. Nessa altura perceber-se-ão os motivos profundos que levam as "pessoas" a denegrir o trabalho alheio. Nuns casos, puro ressabiamento pessoal. Noutros, vã inveja. Edificar uma plataforma de blogues não requer grandes requisitos -- mas ainda assim está ao alcance de todos. Ter razão é uma questão de tempo.

Como o é a verdade vir ao de cima.

Ficamos esclarecidos?

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Comments

"Edificar uma plataforma de blogues não requer grandes requisitos -- mas ainda assim está ao alcance de todos." Por isto mesmo que dizes, como alguém pode ter inveja do weblog.com.pt? Como?
"João F. Paredes", para o caso de não ter percebido antes, vou ser francamente claro: ou sei com quem estou a falar, ou continua a falar sozinho.
Eu nunca paguei um tostão que fosse para ter alojado o meu blog no weblog.com.pt. Sei que isto não calará ninguém, mas um facto é um facto.
Caro Jazzy: dos +4.000 blogues já criados, mais de 90% são gratuitos (ficamos assim por um tecto, não fornecço sequer percentagens aproximadas). Menos de 10% pagaram de livre vontade, claro está :) A insinuação era a de que as pessoas eram "convidadas" de borla e depois "obrigadas" a pagar.

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