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      <title>Mas certamente que sim! (1)</title>
      <link>http://v1.pauloquerido.net/</link>
      <description>Citações e imprecisões de um acrata empedernido amolecido  derretido!(1) ex-o vento lá fora*</description>
      <language>pt</language>
      <copyright>Copyright 2006</copyright>
      <lastBuildDate>Sun, 02 Oct 2005 01:32:28 +0000</lastBuildDate>
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         <title>O fim DESTE blogue</title>
         <description><![CDATA[<p>Queridos leitores: <em>este </em>blogue chega neste momento ao fim. Depois de 30 meses, 1.172 entradas, 4.874 comentários, 447 trackbacks e 644.000 <em>unique visitors</em>. Chega ao fim por esgotamento da fórmula inicial. Hoje disponho de outras ferramentas para manter em linha, acessíveis só aos meus olhos, aos olhos de quem quero ou aos olhos em geral (dependendo dos graus de acesso), as memórias, os <em>links</em>, os documentos e servi&ccedil;os de que preciso pessoalmente ou necessito partilhar. Por isso vou descontinuar <em>este </em>blogue.</p><p><strong>Mas certamente que sim</strong> come&ccedil;ou por ser <strong>(o vento lá fora)*</strong>. Mudou de nome (acontecimento RARO na blogosfera) e evoluiu o desígnio, amolecendo-se o empedernido at&eacute; ficar derretido. Mudan&ccedil;a e evolu&ccedil;&atilde;o deveram-se &agrave; altera&ccedil;&atilde;o do meu estado afectivo, que passou de cinzento a <a target="_self" href="http://amata.weblog.com.pt">cintilante</a> na noite de 26 de Novembro de 2004. Do ponto de vista tecnológico foi-se esvaziando de propósito. Manteve-se actualizado (irregularmente) enquanto foi dando. Ultimamente, a press&atilde;o da labuta diária intensificou-se e o tempo para <em>este</em> blogue rareia. Já antes quis fechá-lo, mas nunca se proporcionou.</p><p>Agora proporcionou-se. Uma nova plataforma (Movable Type 3.2) no weblog.com.pt, um novo rumo que se prepara para esse projecto, a procura de novos <em>inputs </em>financeiros. E tamb&eacute;m um forte desejo de mudan&ccedil;a, porque as fórmulas gastas devem ceder lugar a novas experimenta&ccedil;&otilde;es.</p><p>No mesmo endere&ccedil;o, que &eacute; um endere&ccedil;o pessoal e intransmissível, surgirá um dia destes um novo blogue. Do velho (<em>este</em>) manterá quatro coisas: o endere&ccedil;o, mas certamente que o nome, a fotografia de um papagaio azul (que tem uma história involuntária que um dia talvez seja contada) e a autoria.</p><p>Tudo o mais será diferente. O objectivo, o propósito, o grafismo, as sec&ccedil;&otilde;es, o estilo, o ritmo de publica&ccedil;&atilde;o, a língua.</p><p>A quantos me leram, comentaram e acarinharam com palavras de entusiasmo e tamb&eacute;m de crítica construtiva (o que exclui naturalmente JM e outros &quot;liberais&quot;, e um tal de RAF para citar apenas o último caso de desonestidade intelectual rastreado, ver <a target="_blank" href="http://afixe.weblog.com.pt/arquivo/2005/09/post_sobre_o_na.html#comments">comentários </a>deste <em>post</em>), aqui fica o meu agradecimento com uma ponta de emo&ccedil;&atilde;o. Os arquivos manter&atilde;o <em>on line</em> por mais anos (muitos, espero) as nossas &quot;conversas&quot; neste local.</p><p>Os comentários e <em>trackbacks</em> foram desligados por um motivo óbvio: n&atilde;o dar lugar &agrave;s costumeiras mensagens de <strong>volta</strong>, <strong>regressa</strong>, etc com que os amabilíssimos leitores t&ecirc;m o hábito de nos dizer quanto gostam de nós. N&atilde;o vale a pena. Este derradeiro <em>post </em>diz tudo o que há a dizer.<br /> </p><p><em>Este </em>blogue acaba aqui. <br /> </p>]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/10/o_fim_deste_blogue</link>
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         <category>intimidades</category>
         <pubDate>Sun, 02 Oct 2005 01:32:28 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>sssSaudades</title>
         <description><![CDATA[<p>&laquo;<em>Eu n&atilde;o existo longe de voc&ecirc; <br />  E a solid&atilde;o &eacute; o meu pior castigo <br />  Eu conto as horas pra poder te ver <br />  Mas o relógio tá de mal comigo Porque? <br />  Pooooooorque? </em></p>   <p><em>Nen&eacute;m sem chupeta, Romeu sem Julieta <br />  Sou eu assim sem voc&ecirc; <br />  Carro sem estrada, queijo sem goiabada <br />  Sou eu assim sem voc&ecirc;</em>&raquo;</p> <p>(Adriana Calcanhoto, excerto da lírica de Fico Assim Sem Voc&ecirc;)<br /> </p> ]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/ssssaudades</link>
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         <category>intimidades</category>
         <pubDate>Fri, 30 Sep 2005 18:09:04 +0000</pubDate>
      </item>
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         <title>O Poder (local) saiu à rua na Web</title>
         <description><![CDATA[<p>Os números s&atilde;o encorajadores: 77 municípios já aderiram &agrave; Sociedade da Informa&ccedil;&atilde;o. O pior &eacute; que muitos deles se ficam na Web por um postal ilustrado.</p><p>De Abrantes a Vouzela, s&atilde;o 77 as c&acirc;maras municipais portuguesas com presen&ccedil;a assinalada na Internet. Dos 305 municípios do território, que neste domingo v&atilde;o a elei&ccedil;&otilde;es, 25 por cento det&ecirc;m um endere&ccedil;o na World Wide Web. Isto segundo a lista fornecida pela Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Municípios Portugueses, que tamb&eacute;m n&atilde;o deixou de aderir &agrave; Sociedade da Informa&ccedil;&atilde;o. Nas páginas do &laquo;site&raquo; da ANMP podemos consultar informa&ccedil;&atilde;o sobre todas as c&acirc;maras e juntas de freguesias - sendo a base de dados ordenada por distritos e possuindo a informa&ccedil;&atilde;o essencial sobre cada um. Mas outras associa&ccedil;&otilde;es de autarquias tamb&eacute;m constam na Web, al&eacute;m de várias páginas n&atilde;o oficiais mantidas por entusiastas.</p><p>Os números n&atilde;o ser&atilde;o famosos se comparados com os registados em países com maior taxa de conex&atilde;o, mas n&atilde;o deixam de surpreender pela positiva. Quando um quarto das c&acirc;maras decidiu incluir os cibernautas na sua lista de prioridades, elaborando páginas de consulta com &laquo;guichets&raquo; virtuais para contactos personalizados, já se pode dizer que o poder está mais perto da rua, do cidad&atilde;o.</p><p>Curiosamente, ou talvez n&atilde;o, a distribui&ccedil;&atilde;o geográfica destes &laquo;sites&raquo; n&atilde;o tem correspond&ecirc;ncia com a regra número um do desenvolvimento económico portugu&ecirc;s -- que concentra a riqueza nas faixas litorais e deixa o interior e as ilhas longínquas e dependentes. Se &eacute; verdade que Beja, no Alentejo, n&atilde;o possui nenhuma c&acirc;mara na Web, tamb&eacute;m nenhum dos 13 concelhos de Setúbal aderiu ainda. E distritos como Portalegre (quatro c&acirc;maras com endere&ccedil;o em 15 no total distrital) batem-se com Lisboa, por exemplo (cinco em 15).</p><p>&nbsp;O mais conectado distrito do país &eacute; de longe o Porto. Onze das suas 17 c&acirc;maras municipais possuem um endere&ccedil;o. Mas Aveiro, que tem 19 concelhos, só v&ecirc; seis deles ligados &agrave; rede. O Algarve &eacute; equilibrado, com sete das 16 c&acirc;maras ligadas. </p><p>Como facilmente se conclui desta ronda, o mapa da conectividade n&atilde;o se sobrep&otilde;e ao da expans&atilde;o económica. Aprofundando a quest&atilde;o, n&atilde;o &eacute; por terem mais riqueza, maior área ou representatividade no conjunto nacional que as autarquias se ligam &agrave; Internet. Capitais de distrito como Braga n&atilde;o est&atilde;o ligadas, enquanto c&acirc;maras mais modestas como Santa Cruz da Graciosa (A&ccedil;ores) ostentam, orgulhosas, as páginas sobre a sua regi&atilde;o. Aliás, note-se que Braga n&atilde;o &eacute; caso único em termos de cidades capitais de distrito: outras seis das dezoito capitais do continente fazem-lhe companhia no vag&atilde;o das info-excluídas.</p><p>A responsabilidade deste estado de coisas estará provavelmente no uso dos fundos da Comunidade Europeia, como o Fundo de Equilíbrio Financeiro. Gondomar forneceu um dos melhores exemplos das várias páginas investigadas pelo EXPRESSO. Al&eacute;m das habituais sec&ccedil;&otilde;es, como &laquo;Cultura&raquo; ou &laquo;Economia&raquo;, no &laquo;site&raquo; de Gondomar podemos saber a composi&ccedil;&atilde;o do executivo camarário (um item básico, mas em geral muito esquecido), incluindo a distribui&ccedil;&atilde;o de pelouros e fotografias (nada exageradas) dos titulares. Ou ler o &laquo;Boletim Informativo&raquo;. Disp&otilde;e tamb&eacute;m de uma sec&ccedil;&atilde;o de &laquo;Sugest&otilde;es&raquo;, em que &laquo;desejamos sugerir&raquo; qualquer coisa aos nossos representantes. Mas a interactividade fica-se por aqui. Aliás, em termos de interactividade o poder local mostra-se pouco aberto. N&atilde;o vimos nenhum fórum em que os munícipes pudessem trocar críticas ou elogios públicos, e, uma boa parte dos &laquo;sites&raquo;, nem a tradicional &laquo;caixa de sugest&otilde;es&raquo; exibe. Em rigor, n&atilde;o basta possuir um endere&ccedil;o - e, portanto, estar listado na página dos &laquo;Municípios com servidor na Internet&raquo; da ANMP - para se poder considerar conectada uma c&acirc;mara municipal. Nos casos piores, os servidores que o EXPRESSO tentou visitar n&atilde;o deram resposta (como o de Faro) ou responderam com uma página vazia (Seia). Há outras c&acirc;maras det&ecirc;m meros bilhetes postais na Web: uma página de rosto com uma foto a&eacute;rea, dois ou tr&ecirc;s liga&ccedil;&otilde;es a páginas de história e turismo, algumas descri&ccedil;&otilde;es do património ou das obras - e pouco mais.</p><p>( Texto publicado no Expresso, no ent&atilde;o suplemento XXI, em 12 de Dezembro de 1997 )<br /> </p>]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/o_poder_local_saiu_a_rua_na_web</link>
         <guid>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/o_poder_local_saiu_a_rua_na_web</guid>
         <category>Velharias</category>
         <pubDate>Thu, 29 Sep 2005 23:27:27 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>Caro RAF: vá dar sangue (act: e leve JM consigo)</title>
         <description><![CDATA[<p>Algu&eacute;m chamado Rodrigo Ad&atilde;o da Fonseca que, segundo consegui perceber, apresenta como melhor carta de recomenda&ccedil;&atilde;o ser um ilustre desconhecido que escreve num blogue colectivo, <a href="http://ablasfemia.blogspot.com/2005/09/o-blasfmias-um-blog-de-referncia.html" target="_blank" title="O Blasfémias é um blog de referência">esteve de piquete</a> nesse blogue de refer&ecirc;ncia da blogosfera portuguesa e qui&ccedil;á mesmo lisboeta chamado Blasf&eacute;mias e chamou-me trauliteiro e rasteiro por, acha ele, eu ter &laquo;<em>decidido</em>&raquo; &laquo;<em>p&ocirc;r em causa a credibilidade</em>&raquo; do tal blogue insuspeito. <br /> </p> Da prosa dele n&atilde;o percebi nada excepto que ficaram&nbsp;piúrsos com dois <em>posts</em> meus. Esse tal de RAF, que aparentemente está no blogue para servir caf&eacute;s a Jo&atilde;o Miranda, consegue dizer completamente fora de tópico que &laquo;<span class="RAF"><em>todos os blasfemos t&ecirc;m elevada credibilidade profissional nos meios onde actuam</em>&raquo;, embora para aquilo de que eu falava (escreverem num blogue) pare&ccedil;am só ter &laquo;</span><span class="RAF"><em>uma forte prepara&ccedil;&atilde;o</em>&raquo;. Ora, eu n&atilde;o coloquei credibilidades profissionais em causa: limitei-me&nbsp; bater palmas ao Rui (<a href="http://klepsydra.blogspot.com/" target="_blank">Klepsýdra</a>) por desmascarar as insufici&ecirc;ncias e a afirmar, repetindo-o agora, que considero que o blogue está a baixar na fasquia da credibilidade, dando o flanco repetidamente em vários assuntos. Assim mesmo, vago, porque - ao contrário do que pensaram aí os jarr&otilde;es de enfeitar caixas de comentários - me limitei a emitir um pensamento sem teorizar por ai al&eacute;m sobre ele. Ao contrário do Blasf&eacute;mias, este &eacute; um blogue despretencioso. Nem todos s&atilde;o (ou querem ser) mirandas - sejam jo&otilde;es ou carmens. Se se picaram, <strong>azar - temos pena</strong>.<br /> </span> <p> </p> <p><span class="RAF">RAF adianta ainda que o blogue deles &eacute; um blog de inspira&ccedil;&atilde;o liberal, com um posicionamento único para o debate porque tem caixa com comentários e <em>links</em>. Sim. O Pipi tamb&eacute;m, e daí?</span></p><p>PS: descobri depois que afinal tamb&eacute;m Jo&atilde;o Miranda já antes <a target="_blank" href="http://ablasfemia.blogspot.com/2005/09/paulo-querido-que-autoridade.html">acusara o toque</a>: afirma que eu n&atilde;o tenho autoridade para avaliar a credibilidade dos outros. Claro. Só os liberais e sabujos dos leitores dele s&atilde;o competentes para isso.</p><p>JM: o meu currículo &eacute; público há vários anos (embora <a href="http://pauloquerido.net/wiki/PauloQueridoCurr%edculo" target="_self">desactualizado</a>), mas o seu n&atilde;o o encontrei em lado nenhum <em>on line</em>. O Google aparentemente n&atilde;o sabe quem voc&ecirc; &eacute;. Quando o apresentar, come&ccedil;amos a luta de currículos. Veremos qual de nós tem mais prepara&ccedil;&atilde;o para avaliar os mecanismos de constru&ccedil;&atilde;o da credibilidade <em>on line</em>.</p><p>( Sergei: desculpa o mau jeito. )<br /> </p>]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/caro_raf_va_dar_sangue_act_e_leve_jm_consigo</link>
         <guid>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/caro_raf_va_dar_sangue_act_e_leve_jm_consigo</guid>
         <category>compre um cérebro!</category>
         <pubDate>Thu, 29 Sep 2005 03:37:43 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>testes vários ao MT 3.2</title>
         <description><![CDATA[<p>Por exemplo, aos posts para data futura. Este post só deve surgir &agrave;s 02:55:40.</p> <p>E tamb&eacute;m aos comentários wysiwyg.&nbsp;</p>]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/testes_varios_ao_mt_32</link>
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         <category>weblog.com.pt</category>
         <pubDate>Thu, 29 Sep 2005 02:55:40 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>Já temos edição em WYSIWYG!</title>
         <description><![CDATA[<p>Uma das grandes aspira&ccedil;&otilde;es dos <em>bloggers</em> do <a href="http://weblog.com.pt" target="_blank" title="o MELHOR portal de blogs em Português">weblog.com.pt</a> e tamb&eacute;m das mais antigas: um editor WYSIWYG -- ou seja, what you see is what you get, ou ainda, um modo gráfico de editar, como se fosse um processador de texto. Uma das muitas novidades do Outono, que refor&ccedil;ar&atilde;o o weblog.com.pt como o melhor local para ter um blogue.<br /> </p> <p>&nbsp;Ver imagem abaixo&nbsp; <img border="0" src="http://pauloquerido.net/privado/mt-static/plugins/Ajaxify/tinymce/jscripts/tiny_mce/plugins/emotions/images/smiley-laughing.gif" /><img width="450" height="347" border="0" align="right" src="http://pauloquerido.net/2005/09/mt-wysiwyg.jpg" alt="imagem do modo wysiwyg" title="imagem do modo wysiwyg" /></p>]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/ja_temos_edicao_em_wysiwyg</link>
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         <category>weblog.com.pt</category>
         <pubDate>Tue, 27 Sep 2005 19:10:41 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>Já temos podcasters e um portal deles</title>
         <description><![CDATA[<p>Andava eu em recolhas por causa do artigo para o próximo Expresso e a pensar caramba, está na altura de fazer um agregador dos <em>podcasters</em> portugueses e já magicava como o iria fazer quando acabasse o artigo quando encontrei um. O <a href="http://lusocast.com" target="_blank">Lusocast</a>. Do <a href="http://blog.karlus.net/" target="_blank">Karlus</a>. Depois de o ter conhecido atrav&eacute;s de uma pol&eacute;mica (em que me chamou coisas desagradáveis), fui ganhando respeito. É um empreeendedor. Um daqueles empreendedores da inova&ccedil;&atilde;o que se lixam num país t&atilde;o pequeno como Portugal.</p> ]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/ja_temos_podcasters_e_um_portal_deles</link>
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         <category>tecnosfera</category>
         <pubDate>Tue, 27 Sep 2005 18:28:50 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>Culto da personalidade</title>
         <description><![CDATA[<p>«<i>Na primeira metade do século XX, os nativos da Polinésia viam os europeus a construir pistas de aviação. Notaram que após a construção da pista chegavam aviões carregados de bens de consumo. Concluiram, muito inteligentemente, que a construção de pistas de aviação causava o aparecimento de aviões carregados de bens de consumo. Resolveram por isso construir as suas próprias pistas e esperar pela carga.</i>» (<a href="mailto:blasfemias@gmail.com">João Miranda</a>)</p>

<p>Cem  anos depois <a href="http://ablasfemia.blogspot.com">um grupo de amigos</a> percebeu que os talentosos escrevem blogues e conquistam a admiração dos outros. Concluiu, muito inteligentemente, que os blogues foram a causa do talento e da admiração e resolveram por isso fazer um blogue.</p>]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/culto_da_personalidade</link>
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         <category>umbigosfera</category>
         <pubDate>Tue, 27 Sep 2005 17:24:47 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>Blasfémias: que credibilidade?</title>
         <description><![CDATA[<p>O meu amigo Aur ops, <a href="http://weblog.com.pt/r/http://klepsydra.blogspot.com" target="_blank">Rui Curado da Silva</a> tem feito um magnífico trabalho a desmascarar as insuficiências (e as mentiras) do pretenso liberalismo que é a <i>raison d'être</i> do Blsfémias. Este blogue assume uma linha de crítica que lhe valeu no passado um toque de credibilidade. Esta tem vindo a ser crescentemente colocada em xeque, sobretudo depois dos revezes da administração Bush. Mas não só: as atoardas que, repetidamente, alguns dos blasfemos têm dirigido a torto e a direito pela blogosfera, com bengaladas prometidas que depois nunca aparecem para dar (e levar), demonstram a sua falta de seriedade.</p>

<p>Os media em geral já o sabiam e quem trabalha neles (ou os estuda) idem. Como muitos <em>bloggers</em> agora vão aprendendo, não é credível quem quer: é credível quem o consegue.</p>

<p>[ A credibilidade <i>on line</i> é um dos pontos da comunicação que apresentarei no segundo encontro de weblogs (ver imagem e link na coluna da direita, ao topo), intitulada <b>Para onde vai a liberdade?</b>. Graças a pessoas como o Rui, não vai para o lixo. ]</p>]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/blasfemias_que_credibilidade</link>
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         <category>compre um cérebro!</category>
         <pubDate>Tue, 27 Sep 2005 01:22:44 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>32.400.000 x 2</title>
         <description><![CDATA[<p>Sessenta e quatro milhões e oitocentas mil vezes bateram os nossos dois corações somados desde que estamos juntos. «<i>We live we die & death not ends <a href="http://amata.weblog.com.pt/arquivo/2005/09/definicao_sete.html">it</a></i>» (Jim Morrison).</p>]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/32400000_x_2</link>
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         <category>intimidades</category>
         <pubDate>Mon, 26 Sep 2005 15:28:27 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>Boas notícias!</title>
         <description><![CDATA[<p>Ele está de volta! Aqui se saúda o regresso de <a href="http://tadechuva.weblog.com.pt/" target="_blank">Zecatelhado</a> às lides.</p>]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/boas_noticias</link>
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         <category>blogosfera</category>
         <pubDate>Thu, 22 Sep 2005 13:32:01 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>Completa-se o círculo</title>
         <description><![CDATA[<p>Começa hoje o Outono. A estação em que <a href="http://amata.weblog.com.pt">nos</a> conhecemos. Ainda não demos a volta ao calendário mas o calendário não passa de uma convenção para medir a passagem do tempo. O simbólico prefere os ritmos naturais. Como as estações do ano. Hoje podemos dizer que já nos amámos em todas elas.</p>]]></description>
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         <category>intimidades</category>
         <pubDate>Wed, 21 Sep 2005 14:21:19 +0000</pubDate>
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         <title>Acabei</title>
         <description><![CDATA[<p>Está pronto. Neste preciso instante em que assinalo a marca, cópias dos últimos ficheiros <i>zipped</i> com as derradeiras imagens estão a deixar o meu Acer com destino ao <a href="http://www.centroatl.pt" target="_blank">Centro Atlântico</a> (o grosso seguiu esta tarde por correio de superfície, num CD; não se mandam 260 MB por <em>email</em>). Em paralelo segue outro <i>zip</i> com o texto completo. 185.000 caracteres. Nunca tinha escrito tanto de seguida ou sobre um mesmo assunto. Tenho o dedo feito ao texto curto.</p>

<p>A Ana acaba de me sugerir que veja a data de criação da pasta onde concentrei todos os ficheiros relacionados: 20 de Julho de 2005, 20:17:39. Olha, dois meses certinhos!</p>

<p>Dois longos meses. Com o sacrifício das férias. Dela. Agora, só espero que venda. A minha parte está feita. Adorei e foi muito útil, toda a recolha: aprendi tanto que sei hoje (mais e) melhor que dois meses atrás para onde vamos quando vamos por esta rede.</p>]]></description>
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         <category>intimidades</category>
         <pubDate>Tue, 20 Sep 2005 23:39:18 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>Perguntas malévolas</title>
         <description><![CDATA[<p>merecem respostas brutas. «<i>Porque será que em todos os grandes casos de corrupção, o Estado - Social ou não - está sempre numa das pontas?</i>» <a href="http://ablasfemia.blogspot.com/2005/09/estado-social-e-corrupo.html" target="_blank">pergunta</a> LR no Blasfémias.</p>

<p>Porque a corrupção entre privados chama-se bom negócio. Uma <i>win-win situation</i>, segundo dizem.</p>

<p>Os privados não são escrutinados. Pelo menos, não da mesma forma que o Estado (social ou não) o é. Porque opta LR por deixar cair isto -- é lá com ele. Não passa de uma questão terminológica.</p>]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/perguntas_malevolas</link>
         <guid>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/perguntas_malevolas</guid>
         <category>compre um cérebro!</category>
         <pubDate>Tue, 20 Sep 2005 21:16:41 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>Sexo entre mentiras: o livro</title>
         <description><![CDATA[<p>Do Fernando Esteves Pinto, autor do <a href="http://escritaiberica.weblog.com.pt/" target="_blank">Escrita Ibérica</a>, já temos disponível o livro Sexo Entre Mentiras (<a href="http://leiturascom.net/arquivo/2005/08/sexo_entre_mentiras">apresentação</a>, <a href="http://leiturascom.net/arquivo/sexoentrementiras-excerto.pdf">excerto em pdf</a>, desconto na <a href="http://loja.leiturascom.net/?pid=42">compra <i>on line</i></a>). </p>

<p>É o nosso mais recente lançamento da <a href="http://leiturascom.net">leiturascom.net</a>. Aqui fica uma mini-apresentação.</p>

<p><img src="http://loja.leiturascom.net/images/product/small/sexoentrementiras-capa.jpg"></p>

<p>«<i>No virtual os sentimentos recorrem ao processo poético para exprimir desejos e sensações. É aí que tudo falha. Cria-se uma imagem tão perfeita de si perante o outro, que a realidade trata de assegurar que está errada. Estamos pois a fazer um jogo virtual sem contar com as regras impostas pelo real. A ilusão é a fronteira onde os dois mundos se confrontam.<br />
Este é um livro de coragem sobre as relações estabelecidas "em cima" da Internet. A história de um escritor de meia idade que, para combater o tédio de uma relação de vinte anos de casado com a mesma mulher, faz uma viagem pelo virtual em busca de assuntos que visassem a exploração afectiva e emocional dos seus interlocutores.</i>»</p>]]></description>
         <link>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/sexo_entre_mentiras_o_livro</link>
         <guid>http://v1.pauloquerido.net/2005/09/sexo_entre_mentiras_o_livro</guid>
         <category>excitações</category>
         <pubDate>Tue, 20 Sep 2005 18:22:18 +0000</pubDate>
      </item>
      
   </channel>
</rss>
